Deborah Fabri, que perdeu a visão, pode ter sido vítima de rojão das milícias pró-PT

A violência Black Bloc voltou a ser notícia na semana passada, tão logo Dilma Rousseff deixou de ser presidente. Para mostrar o quanto desrespeitam a população, milícias ligadas ao PT tomaram conta de várias ruas nas principais cidades do país e, apesar de serem uma pequena quantidade de abutres, no geral o estrago foi grande.

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Nesse ínterim, a universitária Deborah Fabri, de apenas 19 anos, perdeu a visão do olho esquerdo. Ela estava no meio da baderna promovida pelos vermelhos que aterrorizou São Paulo na última quarta-feira, e é integrante do Levante Popular da Juventude, um movimento de apoiadores de ditaduras bolivarianas. Apesar de sempre posar de radical e violenta na internet, Fabri se fez de vítima da “truculência policial” após ter sido atingida, supostamente, por um estilhaço de bomba de gás lacrimogênio.

Contudo, apesar de a versão dos próprios vândalos ter percorrido as redes sociais como fato, outras fontes afirmam não ter muita certeza sobre a origem do ferimento. Outros estudantes que estavam no local, envolvidos na arruaça, teriam dito que um rojão foi estourado segundos antes de Deborah Fabri aparecer com o rosto ensanguentado, e que o rojão partiu dos próprios terroristas ali presentes.

A informação, que ainda não é muito precisa, tem circulado em grupos de Facebook e Whatsapp. O boletim médico do Hospiral das Clínicas, no qual a garota foi atendida, também não dá detalhes acerca da causa do ferimento. É perfeitamente possível que Deborah seja vítima de “fogo amigo”, expressão usada na guerra para quando um soldado é atingido acidentalmente por um colega.

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9 comentários sobre “Deborah Fabri, que perdeu a visão, pode ter sido vítima de rojão das milícias pró-PT

  1. Não gosto de violência, e não desejo o mal para ninguém, mas essa moça procurou e encontrou, se estivesse em casa, ou fazendo algo útil, nada disso teria acontecido . Ela teve o que queria.

    1. Ela “teve o queria” é um juízo de valor que te coloca num pedestal de valores acima de anos de evolução de um sistema legal que busca evitar abusos e bárbaries. Ninguém deve ficar cego e nem merece ficar cego, o Brasil é fundado como um Estado de Direito e no seu arcabouço legal não prevê uma pena como a tal, ser cegada. Essa é a diferença entre viver na barbárie e num estado Democrático de Direito, por mais que nos contraponhamos aos métodos e alinhamentos ideológicos da outra parte. O policiamento repressivo não é instruído para ser violento com o cidadão e nem com o bandido, ele, por ser treinado e pago com os nossos tributos, tem a obrigação moral e legal de não abusar de seu poder. Mas o que vemos é uma brutalidade vingativa de algum tipo de frustação e posicionamento pessoal.

      1. Não foi uma pena “ser cegada”, pois ela mesmo se colocou na situação que a cegou, logo foi um “acidente de trabalho”.

        Se coloque no lugar do policial, pq vc falou muita merda aí…

      2. É lamentável constatar que os jovens não tenham noção do que seja o Estado de Direito e agem como se tivessem o direito de fazer qualquer coisa sem pesar as consequências. O exercício da livre expressão não inclui a depredação do patrimônio público ou privado, nem o uso de artefatos capazes de ferir quem quer que seja. Quem sai na rua com coquetel molotov merece cacetete e gás lacrimogênio!

      3. A nota presume que a menina e uma infiltrada violenta, mas os infiltrados violentos que se observam mão conseguem articular o português, delatando seu baixo nível de instrução, esta menina teve que se esforzar muito, muito, muito para entrar numa universidade num pais onde estudar é coisa privativa. O engraçado é que a policia nunca mexe com eles, os violentos, os paus sempre vam em outra direção, os gases sim não tem problema já que os rapazes todos tem mascara anti gas…. Até vocês podem coomprender o que acontece, vamos la, temos a mesma quantideda de neuronios……
        Com respeito aos comentârios onde fica implícito que se cometeu justicia ao deixar cega a jovem universitária, denota um problema psicológico serio pelo baixo nivel de empatía, uma sociopatia grave, e conselho a todos que não ficam constrangidos com atos de semelhante barbárie produzidos por um governo, que procurem ajuda psicológica o vão viver ao ISIS, lá serão bem vindos.

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