Mais uma vez, Dilma tenta constranger o Brasil e o presidente no exterior

Após ter o seu mandato cassado por 61 dos 81 senadores, a (finalmente) ex-presidente Dilma Rousseff, em mais uma tentativa constrangedora de reverter sua situação, apresentou nesta quinta-feira (1º) uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para anular a condenação no impeachment e determinar que o Senado realize uma nova votação no processo.

Distribuído por meio de sorteio, o mandado de segurança foi  para o ministro Teori Zavascki, que será o relator do caso. Teori é também o relator da Lava Jato no STF, onde tramita um inquérito contra a petista por sua atuação em crimes de obstrução de justiça em pelo menos duas ocasiões.

O mandado original de Dilma inclui um pedido de decisão liminar (provisória) para suspender os efeitos da decisão desta terça, de modo que o presidente Michel Temer volte a ser interino até uma decisão final do plenário do STF sobre a ação.

Dilma, a golpista, sabe que não possui nenhuma chance de que seu pedido tenha êxito no Supremo. O objetivo da ação é conseguir mais tempo de estadia no Palácio da Alvorada, prolongar o direito ao uso de aviões da FAB, evitar o ostracismo e continuando em evidência na imprensa de modo a dar fôlego à seus últimos dias no planalto. Além, é claro, de causar o máximo possível de constrangimento ao Brasil e ao presidente Michel Temer no exterior.

Após a perda do mandato, Dilma tem 30 dias para deixar o Palácio da Alvorada e só poderá usar o avião da FAB mais uma vez, com direito só de ida para Porto Alegre, junto com sua mudança.

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