Linha auxiliar do PT, Marina confessa: golpe da elegibilidade serviu para salvar Cunha

Cada vez mais tem se tornado difícil negar que o acordo para manter a elegibilidade de Dilma envolveu pessoas relacionadas ao PT e a Renan Calheiros, atuando em linha com Ricardo Lewandowski, para gerar dois beneficiados: Dilma Rousseff e Eduardo Cunha.

O objetivo era livrá-los da Lava Jato. Assim, mesmo que perdessem os mandatos, seus direitos políticos seriam preservados. Com isso, poderiam se encastelar em cargos públicos, evitando a prisão.

Marina Silva confessa: “Provavelmente, o beneficiado será, em seguida, já, o ex-presidente da Câmara dos Deputados [Eduardo] Cunha (PMDB-RJ). Quando digo que PT e PMDB são faces da mesma moeda, irmãos siameses, está provado”

O detalhe é que a proposta do fatiamento da votação do impeachment da golpista Dilma surgiu a partir do partido Rede, de Marina. O responsável foi o senador Randolfe Rodrigues ao ter invocado o artigo 312 do regimento.

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3 comentários sobre “Linha auxiliar do PT, Marina confessa: golpe da elegibilidade serviu para salvar Cunha

  1. Que imbecil, com esse julgamento genérico insensato de partidos ela acabou insinuando que ela mesma é “da mesma face que o PT”. Ao menos foi honesta, mesmo que involuntariamente.

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