Gleisi ensaiou ataque ao Senado como parte do roteiro de filme do PT

O Jornal da Cidade Online lembra o óbvio: no momento em que percebeu a irreversibilidade do processo de impeachment, o Partido dos Trabalhadores partiu para construir o seu filme com uma visão totalmente distorcida do atual processo político no país.

A matéria diz que os passos de cada petista no Congresso foram acompanhados de perto por uma equipe de filmagem que se dedica a produzir um documentário sobre os bastidores do processo.

Conhecida pela produção do longa “Elena” – baseado na história de sua irmã – Petra Costa, atriz e cineasta de apenas 33 anos, que estudou em Nova York e Londres, foi contratada para a missão. O filme anterior de Petra ganhou diversos prêmios e foi elogiado por extrair de um tema difícil – o suicídio da irmã da diretora Petra Costa – uma história com uma dose certa de emoção e realidade.

A cena na qual Gleisi Hoffmann encena estar com raiva e grita que no Senado ninguém tem moral para julgar a presidente Dilma havia sido previamente combinada com a cineasta e será um dos pontos marcantes do documentário. O objetivo é que o documentário sirva para ser utilizado num cenário de vitimização do PT, de Lula e da presidente Dilma.

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10 comentários sobre “Gleisi ensaiou ataque ao Senado como parte do roteiro de filme do PT

  1. Esses petistas já deram o que falar roubam nosso dinheiro e ainda se fazem de santo o que eles querem que o povo faz justiça com as próprias mãos porque se a justiça for cega eles teram saudades da cadeia que é o lugar deles.

  2. Os petistas estão desesperados . Ninguém aguenta mais essas duas narizinhas e o tal de Lindbergh,o doidão ficarem tumultuando o processo, eles tinham que ser retirados.

  3. Ela é também uma grande atriz!
    Seus detratores é que têm muito despeito da sua grande capacidade.
    Só não entendo porque suprimiram a cena onde morde a Janaina, rasga a roupa e joga na platéia de coxinhas!
    Fico perplexo com essa censura reacionária ainda nos dias de hoje!

  4. Quanto ao filme,  que citaram em dia 25 de agosto, no Parlamento, até onde eu sei nesse momento,  será montado & editado por uma profissional do meio, cujo nome é Anna MUYLAERT… (Produz filmes no conteúdo muito chatos, ruins, bregas e populistas — típico da lógica de pensamento petista. Não são artísticos, mas essa cineasta sabe e conhece muito BEM a técnica de imagens e câmaras e montagem, naturalmente. Até pelo fato de fazer filme ruim no conteúdo, mas bem filmado na forma e montado com esmero, cuidado e racionalmente. Trata-se de indústria cultural; não arte.

    Veja trecho na mídia sobre Anna Muylaert:

    Diretora de filme  vence prêmio e dedica a Lula e Dilma
    Anna Muylaert, agradeceu políticos do PT em discurso. 

    “O DIA”.
    «Rio – Anna Muylaert, diretora do longa brasileiro sucesso de bilheteria, fez uma homenagem a presidente Dilma Rousseff e ao ex-presidente Lula, ao receber o prêmio “Faz Diferença”, que premia o trabalho, a dedicação e o talento de brasileiros, que, nas mais diversas áreas de atuação, serviram de inspiração para o país e o mundo.»

    [comentário meu: PARA O MUNDO?… Filme clichê, chato, oba-oba, cheio de lugar comum,  de qualidade baixa no conteúdo…, kitsch. Só pode ser falta de análise e crítica de cinema…, só poderia ser…].
    Muylaert é diretora do longa brasileiro “Que Horas Ela Volta?” Para mim, conteúdo piegas, meloso, populista, sem arte nenhuma (Pura Indústria Cultural). Todo de conteúdo subliminar petista.

  5. === «Coração Valente» ===

    Toda a vigilância do Petismo e seus satélites [PCdoB; UJS, PSOL; professores doutores; blogs variados etc. etc. etc.], discursos filmados no Parlamento, e alguns ensaiados, e agora em Curitiba ocupada (escolas) como ANA JÚLIA, presente no YouTube em formato de vídeo,  parecem ser um ensaio de uma cena para um filme documentário ideológico.

    Um jogo de cena, um falar para  alguma câmara especial pela rua à fora, pelas escolas ocupadas, enfim uma mise-en-scène, bem elaborada e de caso pensado.

    O que Gleisi faz parece de fato do conceito de mise-en-scène e, mais profundamente, do conceito de AUTO-mise-en-scène (stricto sensu). Onde existe uma insistência em um discurso permanente de utilização de frases-clichês, ardil, “Danoninho vale por um bifinho”; a substituição da velha frase-publicitária “Não Vai Ter Golpe” pela atual “Fora Temer”; frases-prontas; chavão; guerrilha virtual; Ersatzbrot; arrogância; patrulhamento ideológico; papo-furado; frase-feita; manipulação de pessoas no dia-a-dia via narrativa; estereótipos publicitários; populismo; picaretagem pensada & elaborada — eis aqui em algumas palavras a essência dos SATÉLITES do PT, e do próprio PT utilizando-se de obnubilação e ilusionismo. 

    Resumidamente, pode ser pensado como quando se encena um papel de si mesmo para um dispositivo audio-visual: beirando entre ficção e o documentário. Eis aí, caro deputado e candidato a prefeito, um pouco sobre isso. Examine aqui:

    O PT nunca foi ingênuo. Manejam e servem-se de tática de guerrilha. Foi dito naquela época durante o impeachment da ex-presidente Dilma, no Parlamento, que havia mesmo esse filme em processo de elaboração. Um documentário sobre o impeachment… É possível que pensaram e prepararam algo sério e bem elaborado para próximas disputas. O Petismo não trabalha mal e nem de maneira naïf.  

    O Petimo se Infiltra em todos lugares possíveis.  

    Dispõem as coisas com o fim já preconcebido — por em cenas narrativas — e, a todo momento, a hipótese de  algum senador-deputado do PT (e satélites), — ou alunos de escolas invadidas –, como fizeram essa semana em Curitiba,  utilizar-se de  auto mise-en-scène [auto-mise-en-scène = poderoso conceito de documentaristas franceses]. 

    O PT sempre desejando a eterna propaganda & publicidade. Patrulhamento Ideológico. Nas escolas,  nas uni-versidades, nos bótons, no teatro, em blogs, nos ‘artistas’, nos pseudo-intelectuais, nos cartazes nas ruas. 

    Utilizaram agora há pouco — e não de maneira espontânea e criativa, mas tudo com cálculo frio e truculento —  até o espaço das Olimpíadas para divulgar sua ideologia (o tal de “Fora Temer”), utilizando cartazes e seus militantes aglomerados. Nada natural e espontâneo… Tudo de caso pensado com enorme antecedência.

    Mas é assim mesmo que age o Petê, por anos a fio. Semelhante ao cognome para Dilma, o simulacro «Coração Valente», que foi muito bem vendido e comprado pela população — comprado, mesmo sem dinheiro.

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