Janot suspendeu acordo de delação de Léo Pinheiro

O Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, suspendeu a delação de Léo Pinheiro e também de outros executivos da OAS. Fontes informam que ele teria ficado “irritado” com matéria da revista Veja deste fim de semana que divulgou o termo de delação no qual o ministro Dias Toffoli é citado.

Toffoli já foi advogado do PT e também presidia o TSE durante a reeleição de Dilma Rousseff. Quando houve um estranho atraso na apuração das urnas que ocorreu, inclusive, a portas fechadas, muitas pessoas suspeitaram de uma possível fraude envolvendo o Tribunal Superior Eleitoral, apesar de nunca ter sido devidamente apurado.

Parece também que a PGR foi muito pressionada pelo STF, principalmente porque Dias Toffoli recentemente já foi motivo de suspeitas pela soltura irregular do ex-ministro petista Paulo Bernardo.

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12 comentários sobre “Janot suspendeu acordo de delação de Léo Pinheiro

  1. Como suspender? E o crime como fica? Caso seja verdade e brincar de fazer justiça. Sendo assim, tem que mudar a Lei. Fica provado que é muita autoridade a um homem só, tem que criar uma comissão de avaliação.

  2. Se a Veja é que divulgou, como divulgou outras delações, e elas não foram suspensas, por que agora que apresenta provas contra um meliante vestindo toga ela é suspensa ? Deveria investigar o Janot também, ele deve estar a par de muitas dessas safadezas e protegendo os safados, a troco de que ?

  3. …um novo tempo está vindo….o tempo de moro e deltan…..quem viver verá ………o povo brasileiro não merece ser governado por ratos…..e não será ……..nunca mais…..os podres cairão…….um a um!!…….
    meus netos não serão governados por gente imoral ..vendida…escrota………….

  4. A Veja depois deste novo diretor mudou bem…passaram a recebem midia da FRIBOI, sei la…bem estranho. A chamada da materia é estranho, pois nada aponta na reportagem. Parece que foi armado a situação. Preparando a pizza

  5. Infelizmente não temos um órgão à altura para investigar esses ministros que por ser membros de uma irmandade que vai além de simples amizade, são indicados sem sequer ser sabatinados para saber se são aptos ou não para o suposto cargo . E bem sabemos que muitos deles nunca foram capazes de passar em uma concurso público, mesmo fazendo o concurso repetidamente.
    O povo sabendo disso tem que ir para as ruas protestar e pedir que haja uma corregedoria para punir e extirpar esses canalhas da suprema corte.

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