Professora é espancada por alunos de extrema-esquerda ao “furar greve”

De acordo com o site Implicante, uma professora e coordenadora da Faculdade de Engenharia Química registou Boletim de Ocorrência, essa semana, por lesão corporal. A professora trabalha na Unicamp, universidade que já foi palco de outros absurdos recentes como o caso do professor Serguei Popov, cuja aula foi filmada sendo interrompida por alunos de extrema-esquerda e virou até matéria nos maiores jornais do país.

A docente, Maria Alvina Krahenbuhl, foi espancada por alunos por ter “violado” a greve estudantil. Um aluno chamado Aleph, do curso de artes cênicas, a jogou contra a parede e chutou suas pernas várias vezes. Outra aluna, Milena Cicone, empurrou a professora contra uma máquina leitora de cartões, o que também causou ferimentos em sua mão e antebraço.

Foi apresentada a queixa crime por lesão corpotal, constragimento ilegal, ameaça, difamação e perturbação do trabalho. Segundo O Globo, este já é o terceiro processo envolvendo esse tipo de agressão na Unicamp, e isso só este ano.

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16 comentários sobre “Professora é espancada por alunos de extrema-esquerda ao “furar greve”

  1. CADE OS ALUNOS CONTRA OS ESQUERDAS CARAMBA

    BANDO DE BUNDA MOLE QUE ACEITA ISSO DE BOA

    NO MEU TEMPO SE UM ALUNO TENTASSE ENCHER O SACO ELE LEVAVA UMAS PORRADAS DOS PROPRIOS ALUNOS

      1. Primeiro que a Unicamp não é Federal, gênio. Segundo que é óbvio que não é pq a faculdade é pública que os alunos tem que ser de esquerda, as pessoas pensam.

    1. O governo tem que baixar uma lei, alunos de universidade federal, pegando como vândalos e agredindo professores perde direito de estudar na universidades públicas seriam expulsos e um abuso protestar contra aquele que sustenta seu estudos gratuitamente.
      E se for comunistas serão expulsos da universidade.

  2. Estes pseudo alunos deveriam ser expulsos da universidade como exemplo para outros além de serem indiciados por homicídio doloso. A Unicamp deveria rever seus estatutos e incluir regras onde alunos profissionais e militantes políticos não teriam assento em seus cursos. Além disso a polícia federal deveria ser convidada a verificar a ficha de todos os alunos envolvidos em delitos desta forma ou afiliados de partidos políticos para saber a origem dos financiamentos que eles recebem para fazer este tipo de baderna dentro de uma universidade.
    Além disso a instituição deveria se proteger de forma a não mais aceitar alunos com ligação política visto que isso não é o objetivo do aluno na universidade. Se deseja fazer greve que vá para um partido e lá faça seu protesto. A agressão de um professor poderia ter outros resultados como por exemplo algum familiar dela revidar fazendo algo pior com os dois alunos. Aí seria crime? Em verdade o crime já está configurado desde o início quando se proíbe uma pessoa de ir e vir sem motivo legal. Logo estes alunos ou quaisquer outros deveriam ser incidiados somente por este motivo, e a agressão já seria motivo de prisão pois uma pessoa com este comportamento por causa de uma convicção política não pode estar entre as pessoas normais. Deveriam estar na cadeia para buscar refletir sobre suas ações na sociedade.
    Além disso o caso deveria ser levado ao ministério público de SP se a universidade não se posicionar. E em não se posicionando deveria ser levada como copartícipe no evento, sendo acusada de omissão de delação à polícia.

  3. Olha aí os nossos 13 (va deretro13) anos de “pátria educadora”, formando uma geração inteira de idiotas úteis manipulados pela lavagem cerebral socialista. “4 pernas bom 2 pernas ruim” hurr duur

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