Dilma teme ser esquecida após o impeachment

A presidente afastada Dilma Rousseff vai falar na sessão do impeachment no dia 29 perante 81 senadores em cadeia nacional. Ela pretende fazer a própria defesa na reta final do processo de impeachment que segundo já é de conhecimento público, irá determinar sua cassação no plenário do Senado. Sabendo que seu destino já está traçado, a presidente enfrenta seus últimos dias de forma melancólica.

A petista experimenta seus últimos dias de vida política. Cercada de assessores e serviçais, a petista pretende se despedir de todas as regalias bancadas pelo contribuinte de forma triunfal: a presidente pretende usar sua fala no Senado para se colocar como vítima, além de “embaralhar o jogo” pedindo novas eleições que como a própria sabe, não são possíveis de se realizar legalmente. Será sua dupla vingança contra Michel Temer e contra o PT.

Dilma já admitiu para pessoas próximas estar ciente de que será abandonada pelo PT e que só será assunto na imprensa quando a força tarefa da Operação Lava Jato se virar contra ela. A petista teria lamentado o fato de que deixará o noticiário político para estampar manchetes policiais. Apesar de estar disposta a opinar sobre política e economia, Dilma sabe que nem mesmo a esquerda está disposta a ouvi-la, e que não era assim que ela gostaria de encerrar sua trajetória política.

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