Livro “2038” traz ex advogado de petista criticando projeto do PT

Um novo livro da Editora Chiado provavelmente fará petistas chiarem muito. Talvez até peçam censura, muito provavelmente com a narrativa de “democratização dos meios de leitura”.

Tal como diz o Estadão, a obra “2038 – A institucionalização da cleptocracia num futuro não muito distante” é uma ficção (bem realista) trazendo a cleptocracia como tema central.

O autor é o advogado Max Telesca, e, como diz a matéria, “conta a história de Lisarb – Brasil ao contrário -, uma nação fictícia onde a reversão de valores deu sentido ético a um novo pacto social, a Doutrina da Aceitação. Trata-se, nas palavras do autor, de ‘uma espécie de concertação nacional conduzida pelo personagem Lucas, intitulado Líder Maior e Grande Companheiro, de habilidade política ímpar e fundador da principal legenda de Lisarb, o Partido Ético e Verdadeiro, PEV’”.

Telesca afirma que seu livro é uma ficção, mas sua crítica é direcionada ao projeto totalitário do PT. O autor foi advogado do PT em Brasília, assessorou o partido em diversas frentes e atuou lado a lado com alguns nomes de peso da legenda.

Durante o julgamento do mensalão, ele recitou trechos de uma música de Cazuza, “O tempo não para”, na defesa de uma ex-assessora do PT, ré na Ação Penal 470, que acabou absolvida. Na época se dirigiu ao então procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e disse: “Senhor procurador, sua piscina está cheia de ratos. Suas ideias não correspondem aos fatos.”

O livro será lançado em Brasília no dia 23, em coquetel na Livraria Cultura. Depois, em Porto Alegre, na Palavraria Livraria e Café, em 3 de setembro.

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