Mamata: na fase final de Dilma, quarentenas bateram recorde

De acordo com levantamento feito recentemente, a Comissão de Ética Pública da Presidência da República concedeu, no primeiro semestre deste ano (quando Dilma ainda era presidente) um número recorde de quarentenas.

Para quem não sabe, a quarentena é um “benefício”, uma espécie de afastamento pelo período de seis meses sem perda de salário. Foram, no total, 65 membros do governo Dilma autorizados a continuar recebendo seus salários sem trabalhar. Neste caso, a petista superou a si mesma, que já havia dado 62 quarentenas em 2015.

Não se sabe exatamente o valor total de salários pagos neste período, mas na lista dos favorecidos estão 17 ex-ministros do segundo mandato de Dilma, além de ex-secretários executivos (número 2 de um ministério) e presidentes de estatais, como Correios, Caixa e BNDES. Cada um dos ex-ministros recebe R$ 30,9 mil por mês e os ex-secretários executivos, R$ 29,3 mil. Os salários de ex-presidentes de estatais variam, de R$ 46 mil (Giovanni Queiroz, dos Correios) a R$ 123 mil (Aldemir Bendine, da Petrobrás).

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