Fernando Haddad entra em ritmo de esquizofrenia

Durante comício em Guaianases (São Paulo), na presença de Lula, Fernando Haddad entrou em contradição com o que havia falado no dia anterior.

No comício, Haddad afirmou: “Estamos no momento em que a nossa presidente sofreu uma conspiração de gente que traiu a confiança dela. Uma traição absurda de pessoas que estavam do lado dela e se voltaram contra ela. Fazem isso para depois suprimir direitos, mudar a Constituição. Essa luta contra o golpe é uma luta a favor da democracia. São Paulo precisa do PT, precisa continuar se desenvolvendo”.

Porém, alguns dias antes ele disse considerar “golpe” uma palavra muito dura para classificar o processo legal de impeachment: “Golpe é uma palavra um pouco dura, que lembra a ditadura militar. O uso da palavra golpe lembra armas e tanques na rua”, afirmou o petista.”

Acontece que Haddad sabe que o uso da narrativa do “golpe” é agressiva e divisionista, criada para atacar a maior parte dos brasileiros, que querem o impeachment. Ao mesmo tempo, serve como propaganda desesperada para que Dilma tente salvar sua biografia. Claro está que o prefeito petista vive um dilema: tentar salvar a biografia de Dilma ou fazer uma campanha política de fato.

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3 comentários sobre “Fernando Haddad entra em ritmo de esquizofrenia

  1. Golpe é repetir mil vezes uma mentira na esperança que se transforme em verdade.
    Dizer que lutou pela Democracia contra os militares é menosprezar nossa inteligência e a própria história, pois quem viveu aquela época sabe que ela, como todas as organizações de esquerda tinham como objetivo declarado a implantação da ditadura do proletariado igual a que foi imposta pela revolução cubana.
    Ela lutou contra as forças armadas, matou inocentes, assaltou bancos, sequestrou autoridades.
    Ela que vá para Cuba ou Venezuela que são os modelos que o PT segue e venera.

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