A bolivariana Folha tem queda vertiginosa de vendas e demite jornalistas

Como aponta o site ILISP, parece que a decisão da Folha de S. Paulo de radicalizar na parcialidade em favor de projetos totalitários de poder – especialmente o do PT – está custando leitores.

As vendas do jornal caíram vertiginosamente nos últimos anos. Números do IVC (Instituto Verificador de Comunicação) – financiado pelas próprias empresas de mídia para auferir o alcance de cada veículo e informá-lo ao mercado publicitário – lembram que a circulação diária média do jornal caiu de 239 mil jornais em dezembro de 2013 para 166 mil em abril de 2016, uma queda de 30% em menos de três anos. A queda na circulação diária média da versão impressa não foi acompanhada por um grande aumento na versão digital do jornal, com a circulação digital subindo apenas 2%, de 134 mil em dezembro de 2014 para 137 mil em abril de 2016.

Só em 2016, a empresa teve três cortes de profissionais. No último, a Folha demitiu ao menos oito profissionais de sua redação em São Paulo: Alessandra Balles, redatora especial da primeira página; Cláudio Augusto, pauteiro de Cotidiano; Guilherme Brendler e Ricardo Gallo, repórteres de Cotidiano; Sandro Macedo, editor do F5; e os fotógrafos Diego Padgurschi, Eduardo Knapp e Moacyr Lopes Jr., que continuarão a colaborar com o jornal de forma eventual como PJs. O jornal também demitiu funcionários da área administrativa e uniu a Agência Folha à editoria Cotidiano para cortar custos.

A Folha se tornou conhecida por atacar os movimentos de rua a partir de narrativas pró-PT. Números do Datafolha costumavam apontar um número de manifestantes muito menor do que aquele que realmente comparecia aos protestos (os números oficiais, da PM, sempre eram duas a três vezes maiores do que os do instituto do jornal). Ultimamente, o jornal também adotou a narrativa petista de “novas eleições”, que fora unicamente formatada pela equipe de propaganda do PT para tentar enganar senadores e o povo.

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9 comentários sobre “A bolivariana Folha tem queda vertiginosa de vendas e demite jornalistas

  1. Con tinua mantendo Janio de Freitas e Rogerio Derqueira leite no Conselho editorial…Merece,,,e olha que já chegou perto de 500 mil assinaturas

  2. Defender a corja tem um preço!! Agora pode ser que as manifestações dos “coxinhas” vão ter número mais realistas de pessoas que compareceram!!!Perder leitores e credibilidade perante a mídia é tudo de bom que aconteça!!!Petralhada fajuta!!!Bem feito!!!Acabou a teta,rsrsrsrs!!!!

  3. Isso sempre foi assim, basta uma olhadinha nas pesquisas eleitorais e de outras naturezas, para se comprovar quem paga para obter resultado favorável. Agora uma pergunta, existe imprensa independente no Brasil? Existe órgão de pesquisa de opinião pautado na honestidade?

  4. Claro… Cheia de socialistas marxistas-leninistas que dão a maior bandeira…
    O boicote à veja deu resultado: a Abril está oferecendo assinaturas com 50% de desconto e a diretoria deve ter dado um “esbregue” no socialista André Petry, que tratou de retornar, a contragosto, à antiga linha editorial de Eurípedes Alcântara. Reagiu, mas os leitores não confiam nele.
    Caso a Folha não volte atrás nessa de se rebaixar a “Brasil 247”, corre risco, inclusive com anunciantes que pegaram ASCO do lulopetismo e ao esquerdismo, de modo geral.

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