Venezuela não tem a menor condição de presidir Mercosul, diz Aloysio

Segue mais um capítulo da novela sobre o Mercosul. O ditador venezuelano Nicolás Maduro, aliado do PT no exterior, quer presidir o Mercosul e disse que ninguém irá impedi-lo. O bloco, entretanto, está dividido. Até o momento, três dos maiores países estão contra. Brasil, Paraguai e Argentina não querem aceitar a posse de um ditador, e agora o Uruguai está começando a ficar do mesmo lado.

Nesta quinta-feira (4), o senador Lasier Martins (PDT-RS) leu um comunicado do  senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) sobre a crise no Mercosul. Nunes não participou do início da sessão na CRE por estar na reunião da Comissão Especial do Impeachment, que analisou e aprovou o relatório de Antonio Anastasia (PSDB-MG).

O senador lembrou que a ascensão do país caribenho à presidência do bloco sofre oposição por “descumprir mais de 100 normas” relativas ao funcionamento do Mercosul. A reunião de cúpula acabou não ocorrendo, e a Venezuela, por meio de seu presidente Nicolas Maduro, entende já estar exercendo a presidência do Mercosul “por pleno direito”.O presidente da CRE reiterou em seu comunicado a rejeição à auto-proclamação feita pelo governo venezuelano, e frisou ainda que espera que o atual secretário-geral da Unasul, Ernesto Samper, não seja reconduzido ao cargo durante reunião prevista para o próximo dia 20 de agosto.

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