MSTS foi criado como disfarce de organização criminosa

De acordo com o delegado Ruy Ferraz Fontes, do DENARC, o Movimento Sem-Teto de São Paulo (MTST), liderado pelo petista Guilherme Boulos, “foi criado para disfarçar a atuação de uma organização criminosa.” Fontes é diretor do DENARC. Ele diz que integrantes da diretoria estão ligados ao PCC, Primeiro Comando da Capital, uma organização criminosa perigosa, e que o movimento nunca atuou em questões envolvendo moradia.

“O único interesse era o tráfico de drogas e estruturar o PCC dentro dos movimentos de moradia”, afirmou o delegado. Ainda de acordo com ele, nenhum dos integrantes da diretoria do MSTS é sem-teto. Pelo contrário, todos têm imóveis e são donos de estabelecimentos comerciais. “A vice-presidente mora em uma casa de alto padrão no bairro da Saúde, na zona sul. O presidente reside no Jabaquara (também na zona sul) e é dono de uma casa de shows chamada Caldeirão.”

O delegado também informou que o Edifício Marrocos era um quartel general do PCC na Crackolândia, no qual os criminosos se reuniam para contabilizar dinheiro do tráfico e definir assassinatos de outros traficantes que deviam para o Comando.

Considerado um dos principais integrantes do PCC na Cracolândia e também do MSTS, Wladimir Ribeiro Brito foi preso em Maceió, onde passava “férias” para comemorar o aniversário da namorada. A polícia apurou que ele usou R$ 70 mil do PCC para a viagem.

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5 comentários sobre “MSTS foi criado como disfarce de organização criminosa

  1. Os três poderes é tudo que nosso país tem pra se unir e devolver as condições mínimas de vida e dignidade a população mais carente brasileira nossa categoria os trabalhadores e pequenos empresários não suportamos mais essa carga tributária e as injustiças que vem assolando as nossas espectativa de vida de nossos famílias vivemos 24hs em busca de uma luz no final do túnel.

  2. Jornalismo sub pré amadorístico. Antes de editar qualquer materia deveriam no mínimo efetuar uma pesquisa no Google para não escreverem m….. Não confundam MST (João Pedro Stédille) com MTST (Guilherme Boulos) com MSTS (Marcola)

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