Apelando à legislação inexistente, Dilma diz que impeachment é “eleição indireta”a

A presidente afastada Dilma Rousseff, já desesperada com o seu inevitável fim no processo de impeachment, continua apelando aos mesmos jargões de antes. Desta vez, a petista voltou a dizer que “impeachment é eleição indireta”, ignorando completamente a Constituição Federal.

Conforme as leis vigentes, o impeachment é apenas uma forma de destituir do cargo um presidente que cometeu atos ilícitos, e há todo um processo que envolve esta decisão. Aqueles que decidem se vai ou não haver impeachment também são eleitos pelo mesmo povo que elege a presidente, os parlamentares.

Outra questão que foi levantada diante de tal narrativa insistente é o motivo de o PT ter, durante toda a década de 1990, não apenas apoiado impeachment de Collor como foi, de fato, o partido que entrou com pedidos de abertura de impeachment contra todos os presidentes eleitos da época.

Além disso, Michel Temer era vice-presidente escolhido por Dilma, com a ciência de que se ela saísse do cargo ele é quem assumiria o poder.

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