Dilma cita ditaduras e omite as torturas e mortes de Maduro

Em entrevista à Revista Marie Claire, a presidente afastada Dilma Rousseff novamente usou a estratégia do disco riscado e repetiu pela enésima vez o discurso vitimista no qual se declara vítima “de um golpe”.  Ela afirmou: “Enfrentei dois golpes no Brasil e em ambos tive uma participação efetiva. No primeiro, lutei e fui presa por três anos. Agora, estou resistindo.”

Em adição, citou que a pior das situações para ela foi a ditadura militar: “A tortura e a prisão daquela forma tiram a dignidade. [Os torturadores] te impõem dor para arrebentar sua dignidade. A doença, de certa forma, também faz isso, mas dentro da sua humanidade, não tentando te tirar a dignidade.”

Entrando em contradição, ela citou um golpe de estado real, ocorrido em 1964, e o comparou com o processo legal de impeachment, amparado pelo STF. Ao mesmo tempo, Dilma blindou de críticas a ditadura de Nicolas Maduro, que tem presos políticos e pratica torturas na mesma proporção que a ditadura militar.

O governo petista – inclusive no governo Dilma – jamais criticou as torturas e o aprisionamento de opositores praticado na Venezuela, onde estudantes chegaram até a serem estuprados com baionetas pelos torturadores de Nicolás Maduro.

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Um comentário sobre “Dilma cita ditaduras e omite as torturas e mortes de Maduro

  1. A Sra, Dilma se diz vítima de dois golpes no Brasil. No Primeiro caso, ditadura Militar, ela foi presa por ter cometido crime de Sequestro, participando do Sequestro de um Diplomata Americano. No segundo ,  o golpe só está na cabeça dela, porque não está apoiado pelo STF e sim pela Constituição Federal que ela como Presidente Eleita jurou cumpri-la e respeita-la.

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