Defensora de ditaduras, Dilma diz querer ser lembrada como “quem instituiu a democracia”

Outro órgão de mídia revela os planos por trás da narrativa de “novas eleições” adotada por Dilma. Segundo a BBC Brasil, Dilma tenta uma última cartada para retomar o cargo: emitir uma carta para buscar convencer as pessoas de que pedirá novas eleições. O objetivo, conforme explicitado pela BBC é um só: tentar convencer ao menos 27 senadores a votarem contra o impeachment.

Nessa carta, Dilma alegará estar comprometida com a convocação de um plebiscito para consultar a população sobre a realização de novas eleições. Entretanto, Dilma não tem poder de convocar plebiscitos desse tipo, e não há nenhuma garantia jurídica de que o plebiscito sequer ocorra.

Ao que parece, ela decidiu mudar a narrativa de “respeito aos 54 milhões de votos” (que também elegeram Temer) ao dizer agora que “a população é que deveria escolher um novo governante”. Em uma nova narrativa até cômica, ela diz querer ficar conhecida como “mulher que derrotou o golpe instituiu a democracia no nosso país”.

Atualmente, Dilma é conhecida por apoiar ditaduras sanguinárias, como a de Cuba e da Venezeuela. Recentemente, o governo enviou bilhões à Cuba em troca de médicos que foram escravizados por Fidel Castro. As relações de Dilma com a ditadura de Maduro sempre foram as mais próximas possíveis.

Anúncios

Um comentário sobre “Defensora de ditaduras, Dilma diz querer ser lembrada como “quem instituiu a democracia”

Deixe uma resposta