Matéria da Istoé mostra nível de corrupção inédito no governo Dilma

A revista Istoé publicou uma matéria sobre o assombroso avanço da corrupção, uma “diabólica máquina de roubalheira”, conforme a matéria, durante o governo de Dilma Rousseff. Apesar da narrativa petista dizer que nunca se combateu tanta corrupção antes, aparentemente a verdade mesmo é que a corrupção de antes não era tão grande e alastrada como foi nos últimos anos.

Uma das razões para que os desvios de dinheiro público se tornassem sistêmicos e contínuos tem a ver com o aparelhamento entre partido, governo e Estado. Os críticos apontam que o PT jamais soube respeitar essa diferença, o que acabou levando o partido a tratar toda a máquina pública como se fosse sua. Daí resulta, provavelmente, tamanha quantidade de desvios de recursos e até mesmo trocas de favores políticos.

A Operação Lava-Jato, por exemplo, se iniciou em 2014, há mais de dois anos, e não tem prazo para terminar. Já foram dezenas de condenações e todo dia surgem novos fatos, novos desdobramentos, o que leva sempre a mais descobertas. Quem acompanha o noticiário político reconhece isso. E é enorme a quantidade de políticos e empresários envolvidos em conchavos.

Outra coisa que impressiona é a naturalidade com que se paga ou recebe propinas no país. Hoje em dia, fala-se em caixa 2 e é possível ouvir políticos dizendo, com a maior tranquilidade do mundo, que isso é “normal”. A defesa de políticos corruptos também é algo comum nos dias atuais, são muitas as pessoas dispostas a defendê-los publicamente mesmo sabendo que são culpados.

A Justiça terá trabalho, esta é a verdade. No entanto a Operação Lava-Jato já é um sucesso e é um marco histórico. Especialistas acreditam que ela terá afetado completamente a estrutura política do país quando chegar ao seu fim.

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2 comentários sobre “Matéria da Istoé mostra nível de corrupção inédito no governo Dilma

  1. Torço para que o chefão ex-aliado dos pe$tex, Sr. Temer ostensiva e /ou sorrateiramente não desvie a lava-jato de toda Casta dos não comuns. Se..
    um dia o sr. gilmar (minúscula mesmo) mendes compactuasse com a cadeira que ocupa….

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