Brasil não reconhecerá ditadura venezuelana na presidência do Mercosul

Em demonstração de civilidade e respeito pela democracia, o Ministro das Relações Exteriores, José Serra, negará reconhecimento a ditadura bolivarianda de Nicolás Maduro como presidência do Mercosul.  O Uruguai, que atualmente é governado por aliados de Maduro, decidiu passar a presidência do grupo assim mesmo, demonstrando devoção ao projeto de poder da esquerda latino-americana.

Serra esteve no Uruguai recentemente, acompanhado do ex-presidente FHC, em uma tentativa de dar lucidez ao presidente Tabaré Vazques de modo a convencê-lo de que seria uma má ideia entregar a presidência do grupo a um ditador. Entretanto, Vazquez está alinhado com os governos tirânicos da América Latina e não aceitou as sugestões que lhe foram dadas.

O Ministro ainda pretende que o assunto seja abordado novamente em agosto, durante a cúpula da entidade, e que o Uruguai permaneça a frente do Mercosul até lá para evitar que o ditador Maduro assuma o posto. O governo uruguaio, entretanto, insiste em compactuar com a ilegitimidade de um governo anti-democrático.

Conforme o governo uruguaio, o assunto poderá ser abordado ainda hoje, em Lima, durante a posse do presidente peruano Pedro Kuczynski. No evento, além de Vazquez e José Serra, estarão presentes do ditador Maduro e os presidentes Maurício Macri, da Argentina, e Horacio Cartes, do Paraguai.

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