Para PF, marido de Gleisi recebeu “vantagens de caráter partidário ou pessoal”

Segundo reportagem do Estadão, a Polícia Federal afirma que o ex-ministro de Lula e Dilma, Paulo Bernardo (do Planejamento), angariou um monte de vantagens relacionadas ao contratos de empréstimos consignados que foram firmados durante sua gestão, em 2010.

Ele foi indiciado pela PF por “integrar organização criminosa” e por corrupção passiva na Operação Custo Brasil.

Trecho do relatório encaminhado à Justiça Federal diz: “Independentemente se a vantagem for de caráter partidário ou pessoal, Paulo Bernardo obteve vantagens relacionadas ao contrato”. O relatório agora está sendo analisado pela Procuradoria da República em São Paulo.

No inquérito da Operação Custo Brasil a PF indiciou 22 suspeitos de envolvimento no esquema Consist, empresa de software contratada pela Associação Brasileira de Bancos Comerciais e pelo Sindicato das Entidades de Previdência Privada para administrar consignados de milhões de servidores públicos – as entidades firmaram Acordo de Cooperação Técnica com o Ministério do Planejamento.

O relatório afirma que as propinas “superam R$ 102 milhões” apenas no âmbito do esquema Consist.

 

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