Feministas antissemitas atacam Gal Gadot no Twitter por ela ser israelense

A atriz Gal Gadot, personagem de destaque nos últimos filmes da franquia Velozes e Furiosos, agora estrelará um filme só seu: Mulher Maravilha. O trailer do longa, divulgado essa semana pela Comic Con, destaca a história da heroína independente, da mulher que é uma guerreira em uma cultura na qual os homens não existem. Mulher Maravilha tinha tudo para servir, pela sua própria história e personalidade, como um símbolo da independência feminina. Aparentemente, as feministas não veem assim.

Nos EUA, após a divulgação do trailer – que, diga-se, foi um grande sucesso na internet, várias feministas e pessoas ligadas à esquerda americana atacaram a atriz, não por sua atuação, que estava impecável, mas por ela ser israelense e ter servido no exército de Israel há muitos anos.

Alguns tuítes chegaram a níveis absurdos, como feministas acusando Gadot de ser sionista. A perseguição aos judeus, de fato, nunca parou, ela só mudou de intensidade. Em 2012, por exemplo, membros do PSOL, aqui no Brasil, foram vistos queimando a bandeira de Israel. Há até grupos de esquerda que apoiam o Hamas ou o Hezbollah na guerra contra os israelenses, em geral por puro ódio aos seus costumes e sua cultura.

Gadot não pareceu incomodada, e nem precisa. Ela é a Mulher Maravilha nas telas dos cinemas e ainda terá uma longa carreira pela frente.

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7 comentários sobre “Feministas antissemitas atacam Gal Gadot no Twitter por ela ser israelense

  1. Tô achando q essas mulheres não tem o q fazer, estão se encomendando com tudo agora, elas não querem ser humilhadas mais humilham os outros sem pensar, sou mulher mais isso já tá no limite

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