Dilma arruma tribunal internacional de “faz de conta” para julgar impeachment

O Partido dos Trabalhadores anunciou uma “sentença final” sobre a legalidade ou não do processo de impeachment. O suposto emissor da sentença? Um certo “Tribunal Internacional pela Democracia no Brasil”. O que torna a notícia um tanto irônica e inusitada, entretanto, é que tal “tribunal” na realidade não possui jurisdição ou reconhecimento algum.

O projeto, na prática, é composto apenas de “juristas” aliados de partidos da própria esquerda mundial, todos eles ligados aos socialistas da Itália, do México, da Costa Rica e até dos EUA. Não é um tribunal de fato, mas uma “tribunal simbólico”, um “faz de conta”.

Que o “tribunal” tenha adotado esta postura, portanto, não surpreende. Não são juristas de verdade e muito menos possuem qualquer tipo de intenção que não seja a política, por isso concordam com a narrativa adotada por Dilma de que o impeachment é “ilegal”. Os alegados juristas chegaram a dizer, além disso, que o processo que afastou Dilma Rousseff viola a Convenção Americana de Direitos Humanos e o Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos, o que claramente não é verídico.

A declaração mais cômica, entretanto, é a seguinte: “Em democracias presidencialistas não se pode impedir um chefe de Estado por razões políticas. A aprovação ou desaprovação de um governo deve ser resolvida por eleições diretas, não por ato do Parlamento.” O “tribunal” aparentemente não conhece bem o funcionamento da Constituição Federal brasileira.

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