COB autoriza continência militar no pódio das Olimpíadas do Rio

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) autorizou a prestar continência no pódio da Rio 2016. Os atletas militares haviam provocado polêmica nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, mais especificamente entre os setores ligados à esquerda brasileira, que acusaram o gesto de ser uma demonstração de fascismo.

Não é o que pensa o diretor-executivo do COB, Marcus Vinícius Freire. Segundo ele, a saudação dos atletas à bandeira do país representa uma demonstração de patriotismo sem qualquer natureza política, e que portanto não há por que proibir os militares do país de expressarem seu respeito ao símbolo nacional.

Para Freire, as regras do COI não impedem que o atleta demonstre seu respeito ao símbolo nacional. “O atleta pode expressar seu respeito à bandeira do país de várias formas diferentes, pode levar a mão ao peito, prestar continência, isso não representa uma manifestação política”.

As Forças Armadas possuem um programa especial de treinamento de atletas. Na atual delegação olímpica, um terço dos participantes é formado por militares. Entre os destaques estão Charles Chibana, Yane Marques e Thiago Camilo. Segundo o general Décio Brasil, chefe do centro de capacitação física do Exército, o comprimento militar obrigatório é a continência.

 

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8 comentários sobre “COB autoriza continência militar no pódio das Olimpíadas do Rio

  1. Está errado, pelo regulamento das Forças Armadas do Brasil todo militar não pode fazer continência quando está sem farda e principalmente sem cobertura (boina, bibico, boné ou quepe).

      1. Entretanto a vestimenta olímpica como a jaqueta da delegação brasileira caracteriza-se como uniforme oficial logo o militar esta devidamente vestido.

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