Dilma só consegue 3% de apoio entre parlamentares franceses

O editorial do jornal O Estadão repudiou um manifesto assinado por 28 senadores e deputados franceses, dentre os quais 20 são membros do Partido Comunista. É importante dizer, além disso, que o número representa míseros 3% do parlamento francês.

O manifesto tem a clara linguagem comum aos que se vê no Brasil. Trata-se de um documento distante da realidade, que fala em absurdos como “golpe na democracia”, “juristocracia” e outras coisas que não possuem nenhuma relação com os fatos, como as partes que alegam que o impeachment está violando a constituição.

A verdade é que Dilma está praticamente sozinha, isolada. Além de seus partidários já conhecidos não há mais quem a apoie, e haverá cada vez menos. Tanto é que o próprio partido já tem mudado seus discursos, passando de alegações contra o afastamento de Dilma ao pedido por novas eleições, cientes de que vão perder dessa vez.

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