MPF confirma: Dilma praticou estelionato eleitoral

O procurador Ivan Marx, que analisou seis casos em que a União atrasou o repasse de verbas a instituições bancárias, concluiu que não houve “operação de crédito” nas pedaladas fiscais, divergindo do TCU e da própria Dilma, que já havia confessado as tais pedaladas. Entretanto, o mesmo procurador identificou algo pior: improbidade administrativa e estelionato eleitoral.

Ele confirmou que os atrasos nos repasses tiveram como objetivo “melhorar artificialmente as contas públicas em período eleitoral. Todos os atos seguiram o único objetivo de maquiar as estatísticas fiscais, utilizando-se para tanto do abuso do poder controlador por parte da União e do ‘drible’ nas estatísticas do Banco Central”, diz o procurador no despacho.

Confira o documento na íntegra: Parecer do MPF

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