Ministério da Fazenda: “O Plano A é controlar as despesas”

 

O Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, diz ter como meta principal o controle das despesas públicas para evitar um déficit ainda maior. Apesar de ter anunciado um máximo de R$ 139 milhões, Meirelles diz que será preciso um esforço extraordinário. Se as contas continuassem do jeito que estavam nas mãos de Lula e Dilma, o déficit seria pelo menos 6% maior que a inflação do período, o que se tornaria inevitavelmente uma bola de neve.

Segundo o blog de economia do Estadão, os planos do ministro preveem outra guinada, um aumento de R$ 55 bilhões nas receitas em 2017, invertendo a trajetória de queda dos últimos anos. Para atingir sua meta, Meirelles diz ter um plano A, um plano B e um plano C. Suas diferentes estratégias incluem de privatizações ao aumento do imposto sobre a gasolina (Cide), do IOF e do PIS-Cofins, que inclui, por exemplo, alimentos como o salmão, um “item de luxo”.

É importante lembrar que o Plano C de Meirelles, que inclui aumento de impostos, era o Plano A do governo de Dilma, colocado em prática por Guido Mantega e Joaquim Levy. A gestão petista nem mesmo cogitou reduzir gastos, chegou até mesmo a aumentá-los diante da crise e partiu diretamente para o aumento da carga tributária, onerando ainda mais a população pobre.

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