Ex-secretária do MinC de Dilma, Ivana Bentes prega depredação de dinheiro

Funcionária do governo petista, Ivana Bentes ocupou a Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural, ligada ao Ministério da Cultura, no segundo mandato do governo Dilma Rousseff. Agora, Ivana fica conhecida por ter depredado patrimônio público.

Em seu Facebook, Ivana conclamou seus seguidores e amigos a carimbar “Fora Temer” em cédulas de dinheiro. Ela alega estar inspirada na ideia original de Cildo Meireles, que fazia o mesmo durante Regime Militar, quando carimbava nas notas perguntas como “Quem matou Herzog?”.

Ivana alega: “Que esse Fora Temer, carimbando nosso repúdio, marque todas as transações, financeiras ou não, troca é afeto, mas que seja breve! E voltem os garranchos! P.S. As notas não saem de circulação e nem são destruídas porque foram carimbadas! Notas saem de circulação quando estão rasgadas e em péssimo estado de conservação!”

O Art. 98 da Constituição Federal define o dinheiro como “bem público”. A conduta de quem depreda este patrimônio é tipificada no Art. 163, inciso III:

Art. 163 – Destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia:
Pena – detenção, de um a seis meses, ou multa.
III – contra o patrimônio da União, Estado, Município, empresa concessionária de serviços públicos ou sociedade de economia mista;

Em seu Facebook, Ivana expõe um exemplo da prática, já tendo então cometido o delito. Vale ressaltar que o dinheiro se torna inválido, pois, sendo utilizado para fins de propaganda partidária, pode ser recusado por outras partes, perdendo, assim, o valor.

 

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11 comentários sobre “Ex-secretária do MinC de Dilma, Ivana Bentes prega depredação de dinheiro

  1. A melhor forma não e adotar o mesmo expediente cometendo o mesmo crime. Devemos sim e solicitar o recolhimento das notas e pedir à policia federal que instaure inquerito policial, com suporte nos artigos retro mencionados. Refutar o crime ja cometido com outro de igual natureza não e legal. E ser mesquinho de igual caråter. Eu tomarei essa cautela. Vou encaminhar à policia federal solicitando providencias.

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