Renan está na mira: Associação dos Magistrados Brasileiros prepara ato contra o senador

Após o presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB) ter trazido de volta um polêmico projeto de lei que pretende dificultar a Operação Lava-Jato, a AMB, Associação dos Magistrados do Brasil, declarou um ato de protesto. A entidade pretende reunir muitos de seus 14 mil juízes associados para pressionarem o Senador, impedindo que o projeto seja levado adiante.

O projeto que Renan Calheiros quer aprovar tem como finalidade intimidar os investigadores do Ministério Público e da Polícia Federal em casos de mandados de prisão, busca e apreensão, entre outros, além de um item que visa censurar a liberdade de imprensa quando esta divulgar atos ilícitos publicamente.

A pauta que estava engavetada voltou a tona nas últimas semanas devido à prisão de Paulo Bernardo, ex-ministro de Lula e Dilma, que foi preso na Operação Custo Brasil enquanto estava no apartamento da Senadora petista, sua esposa Gleisi Hoffmann.

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3 comentários sobre “Renan está na mira: Associação dos Magistrados Brasileiros prepara ato contra o senador

  1. Então ele, Renan, disse que os apartamentos funcionais dos Senadores pertencem ao Senado e são invioláveis em razão do privilégio de foro. Engano do senador porque tanto o Senado quanto os imóveis pertencem AO POVO BRASILEIRO que está cansado de corrupção e impunidade no governo.

  2. Cabe ao povo brasileiro banir de vez essa corja que grandes prejuizos tem traído à nacao !Artífices do caos co autores de asaltos a dignidade de mil haré de pessoas vitimadas lesadas naquilo que te de máis precioso ,Cidadania..Foraaaaaa! Ninguem segura a JUSTIÇA DOS HOMENS nao tenham ilusao vendílhões da patria!!!!

  3. Nem Renan, nem Ricardo Lewandowski está isento da aplicação da lei maior, que é a Constituição da República Federativa do Brasil, ao que tudo indica, uma vez que os dois são servidores públicos pagos com os recursos dos trabalhadores brasileiros, para nos representarem em suas respectivas funções atribuídos a eles na esfera federal. A diferença estaria na alta responsabilidades que os cargos lhes exigem para administrar de forma harmônica e independentes os poderes mais importantes da República. E nada mais. São bem pagos, para cuidar bem do povo brasileiro.

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