Eletronuclear: desvio de até R$ 48 milhões

A Operação Pripyat, mais um desdobramento da Lava-Jato, prendeu na última quarta-feira (6) dez pessoas, desarticulando uma organização criminosa que desviou dos cofres públicos cerca de R$ 48 milhões através de lavagem de dinheiro e fraudes em licitações entre 2008 e 2014.

A Eletronuclear é subsidiária da Eletrobrás, ambas estatais. Dentre os presos está o ex-presidente da companhia Othon Luiz Pinheiro, que já cumpria prisão domiciliar. Ele recebeu aproximadamente R$ 12 milhões, conforme as investigações da Polícia Federal e do MPF, que apontam que os funcionários presos e um clube de empreiteiras atuavam para desviar os recursos, principalmente os destinados às obras da Usina Nuclear de Angra 3.

O caso parece envolver a construção da Usina Angra 3, a mesma sobre a qual a presidente afastada Dilma Rousseff  mudou drasticamente de opinião, passando a apoiar sua construção no fim do ano passado após tê-la rejeitado.

 

 

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