Jornalista “fake news” ataca jovem vereador que defende fim do ponto facultativo em Florianópolis

O jornalista Rafael Martini, conhecido pelas posições de extrema-esquerda e que faz constantes ataques à classe empresarial de Florianópolis, resolveu atacar novamente. Desta vez o alvo foi o vereador Bruno Souza, que sugeriu acabar com o ponto facultativo no poder público municipal.

Na semana passada, às vésperas do feriado de Corpus Christi, o projeto de lei do parlamentar municipal ganhou repercussão após o prefeito em exercício, João Batista Nunes, decretar ponto facultativo na sexta-feira e criar um feriadão prolongado para os servidores públicos da cidade.

Com a repercussão do projeto, Bruno Souza ganhou as páginas dos jornais e reportagens na televisão por conta da pauta, que tem grande adesão da população, como pode ser vista na reportagem da RBSTV (http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/bom-dia-santa-catarina/videos/t/edicoes/v/projeto-pode-acabar-com-ponto-facultativo-dos-servidores-renato-igor-comenta/5949245/). A visibilidade trouxe também ataques da ala radical do sindicalismo e da imprensa, tradicionalmente alinhada à esquerda.

Utilizando-se de uma estratégia conhecida das teorias sobre guerra política, o jornalista Rafael Martini tentou assassinar a reputação do autor do projeto com um nota em sua coluna diária, no qual afirma que o vereador é o segundo com mais faltas na câmara municipal. O fato é que, em sua página no facebook, Bruno Souza refuta a informação do jornalista que já é conhecido na cidade por não checar fontes, não consultar as partes envolvidas em suas matérias e publicar inverdades. O cara é o verdadeiro “fake news” do Floripa!

Confira o relato do vereador:

“1- Em duas de minhas supostas “ausências”, estou na TV Câmara e falo na tribuna.

2- Quatro das supostas “faltas” foram em sessões que NÃO ocorreram por terem recebido pauta negativa.

3- Em cinco das vezes que “faltei”, estou na ata da Câmara como vereador que fez uso da tribuna para pronunciamentos.

4- O maior problema do levantamento, entretanto, é não fazer qualquer distinção entre sessões ordinárias e sessões solenes e de entrega de medalhas. Sessões que são feitas para homenagear pessoas e, boa parte das vezes, para agradar cabos eleitorais. Não compactuo com esta prática, por isso, me recuso a participar. Por isto, propus um projeto que acaba com estes gastos (que passaram dos 120 mil reais nos últimos 3 anos), deixando para os vereadores os custos destas honrarias.

5- Portanto, por falta de tal distinção, várias ausências se somaram como faltas em sessões normais. Vale citar, se o critério fosse a presença em sessões ordinárias eu teria apenas 3 faltas (estive em curso em Porto Alegre) e seria um dos mais presentes.

As atas e vídeos das sessão são documentos públicos e estão disponíveis para consulta no site da Câmara de Vereadores. Muito me estranha o levantamento ter sido feito sem consulta a estes documentos, e justamente no momento em que propusemos a fim do ponto facultativo (o que está incomodando muita gente).

Será que o levantamento foi mesmo do que mais falta ou do que mais incomoda?”

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