Distribuído pelo MEC, livro infantil promove incesto entre pai e filha

O livro “Enquanto o Sono Não Vem”, que sugere o casamento entre pai e filha, foi aprovado e distribuído pelo Ministério da Educação (MEC) a escolas públicas de todo o Brasil para ser utilizado por alunos de primeiro ao terceiro ano do ensino fundamental (entre 6 e 8 anos de idade). A obra de José Mauro Brant, da Editora Rocco, está no Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC), e foi denunciada por profissionais de educação no Espírito Santo.

O livro inclui o conto “A Triste História de Eredegalda” que fala do pedido de casamento de um rei para uma das filhas. A proposta do pai é que a mãe da menina seja criada deles. Ao recusar o convite do pai, a menina é presa em uma torre, onde passa sede. Ao pedir à mãe e às duas irmãs para beber água, ela não recebe ajuda por ameaças de morte do pai. Ela acaba aceitando o convite do pai para se casar, mas acaba morrendo antes.

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O livro foi comprado pelo MEC em processo de seleção realizado em 2014, durante o governo de Dilma Rousseff (PT).

A informação é do Instituto Liberal de São Paulo.

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24 comentários sobre “Distribuído pelo MEC, livro infantil promove incesto entre pai e filha

      1. Gente vcs são alienadis ou ignorantes mesmo???? O Presidente nem o Ministro se envolvem processo de licitação. Para isso existem funcionarios concursados para gerir tal processo. Então não adianta ideologias políticas e partidárias. O que é preciso é punir o “inteligente” que não leu o conteúdo e aprovou essa compra. Ou levou algum… Histórico tem aos oceanos por aí…

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    1. Gente eu acho que as atitudes deste ministro de educação não condizem com o que se aprende de principio básico de educação, estrutura fundamental da sociedade que é a familia . Não sei como se assina embaixo obras literarias deste nível para serem liberadas sem ensinamento e ou engrandecimento do ser humano

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  1. Precisa ser muito imbecil pra não perceber que, em nenhum momento, o autor do livro está “promovendo” o incesto. Analfabestismo político leva também ao analfabetismo literário.

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    1. Talvez do ponto de vista de quem ver como tudo normal pode até não parecer incesto mais você seria capaz dar ao seu filho ou ler para ele um livro com esse tipo de história.Parabéns você se encaixou perfeitamente com o escritor só um sem noção escreveria um livro desses para crianças.

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    2. Acho que você não compreendeu. Vou explicar:
      O livro seria (ou foi) distribuído para as escolas com indicação para crianças de 6 a 8 anos. Você acha mesmo que estas crianças que ainda vivem a fase lúdica farão uma “interpretação literária” da “obra” (que aliás faço muito melhores em meu vaso sanitário). Estas crianças não sabem sequer o significado de “literário”!
      Posso afirmar com segurança que o “imbecil” e “analfabeto” aqui tem um nome. (Uma dica: começa com Ti e termina com ago).
      Quem é capaz de interpretar minha “insinuação”?? (kkkkkkkkkkk)

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    3. Esse livro é distribuído em regiões onde tem um alto índice de abuso sexual de crianças na maioria dos casos são os próprios pais…só um imbecil não tem a sensibilidade do impacto que pode ter essa historia

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  2. Depois quando o Bolsonaro fala algo, tem um monte que diz: ele só fala disso…
    Acho que precisamos de mais pessoas falando porque não está dando resultado

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  3. Estamos vivendo num País socialista onde o governo rouba a mente de nossos filhos….com esses livros de autores pobres e depressivos…..e o pais preocupados com bolsa_ familia…..o que será que essas crianças vão governarem quando crescerem????

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  4. Ao promover o MEC um livro que prega um incesto, através uma historia que relata a união entre pai e filha nas escolas infantil, promovendo, isto sim, um verdadeiro incesto criminoso na mente dessas crianças que mal despertam para a vida e já se vêm às voltas com semelhante absurdo praticado por um órgão que
    deveria, antes de tudo, procurar zelar pelo futuro dessas crianças, mediante historias dignificantes da relação humanas mais condizentes com a idade das mesmas, que nem sequer alcançou a puberdade. É realmente inacreditável que
    semelhante despautério possa ocorrer com uma entidade pública que deveria zelar
    antes do mais, pela boa educação, e não trazer maus exemplos para as salas de aula para alunos de tenra idade.

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    1. Não entendo o porquê de tanto espanto, nada mudou, ou acham que pelo pt não estar no poder mudou a agenda? – Ledo engano, cuba continua recebendo nossos impostos, o MEC continua o deserviço educacional, a eles apenas interessa atender a agenda esquerdista da ONU, ou exigimos intervenção Militar, ou rumaremos para sermos uma segunda Venezuela.

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  5. É lamentável o baixo nível de moralidade de pessoas que exercem cargos importantes e que despudoradamente cometem atos, praticam ações tão criminosas contra as famílias.

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  6. Terrível, um país que está lutando contra a pedofilia, vem um infeliz pública um livro desses e outro ainda lança nas escolas. É motivo de indignação sim e abrirmos a boca pra reclamarmos. Agora temos que fiscalizar não só os desenhos e jogos de internet que nossos filhos e netos estão vendo, também tem os livros de literatura infantil que as escolas indicam para eles e autorizadas pelo MEC.😳😱😡😤😤

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  7. Não só este livro devia ser proibido mas escolas como este pseudo escritor infantil devia ser processado e preso por incentivar o crime e pedofilia! Só no Brasil, país das bananas com uma educação tão ruim assim para manter estes bandidos no poder!

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  8. Primeiro, não sei o que leva uma pessoa escrever uma história absurda como essa nos dias de hoje. Segundo, o que leva o Mec a comprar esse tipo de literatura para crianças? Terceiro, o que acontece com os professores que não denunciaram esse absurdo. Parabéns para aqueles que o fizeram.

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  9. Lembrem-se que esse governo que aí está, é um braço do antigo, portanto quem votou na chapa Dilma/Temer, pôs esse daí no poder. Não há o q reclamar! Choram aqueles que sempre abominaram o comunismo, o regime do ” Sírio Libanês para eles e o SUS para o povão!!”

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  10. Pessoal, mesmo os contos de fadas antigos e tradicionais trabalham com os dramas humanos (infelizmente homicídio e incesto fazem parte dos dramas humanos – basta abrir os jornais para descobrir essa novidade). A madrasta da Branca de Neve manda assassiná-la, a de João e Maria também. A de Rapunzel a prendem numa torre. Etcétera. Assim a literatura auxilia as crianças a resolver seus problemas lendo e elaborando mentalmente, estejam elas vivenciando esses problemas de fato ou apenas pensando sobre o que ouviram dizer em algum lugar. Fiquem tranquilos que suas crianças não vão se identificar com o assassino ou o pai que propõe o incesto. O natural é que se identifiquem com a vítima ou o herói. O texto em questão não está “promovendo” o incesto. PELO CONTRÁRIO. Ele traz à tona mais uma situação crítica e tenta auxiliar na sua resolução – se o moralismo ao mesmo tempo ignorante e pedante permitir.

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  11. Caramba! Todo mundo passou os olhos no texto? Ou só eu vi que o pai aí é antagonista? É vilão? Como pode estar incentivando se o rei faz o que é mal? Gente, precisa muito mais que um livro pra incentivar uma criança! Tenho quase certeza que muitos destes que comentaram já jogaram vídeo game, em que há violência, insinuação ao sexo entre outras coisas. Não é por isso que as pessoas saem matando aí! Pensem um pouco. Bem trabalhado em sala de aula, isso pode é ser um avanço no cuidado contra a pedofilia. Mas claro, eu já perdi as esperanças…

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  12. Não é só a incestuosa, pedófila e altamente machista história da princesa que é absurda neste livro, há outras como a de “João Jiló” que também deixam a desejar quanto ao seu conteúdo educacional principalmente para crianças de 1º ao 3º ano. E o que é mais lamentável é que sabemos que há favorecimentos no processo destas escolhas e que materiais melhores acabam ficando de fora.

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