Advogado supostamente ligado a Renan sabia que a JBS estava acordando uma delação premiada

No 18 de maio, o Painel fez germinar na Folha mais uma nota que caiu bem para a reputação de uma autoridade complicada na Justiça. Enquanto o Brasil ainda ruminava a delação da JBS, a coluna destacou uma investida frustrada do delator:

“Joesley Batista também tentou falar com o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), líder do PMDB. O parlamentar não achou ‘prudente’ marcar a conversa, segundo relato de aliados.”

De fato, Renan Calheiros tem se mostrado um político mais habilidoso que seus colegas. Ao menos no tocante a fugir de enrascadas. Com uma quantidade de inquéritos que já chegou ao segundo dígito, segue inteiro. Mas,após quatro dias, o Estadão jogou uma luz na questão:

O procurador da República Ângelo Goulart Villela – preso na Operação Patmos quinta-feira, 18 – vazou as tratativas da JBS com o Ministério Público Federal ao advogado Willer Tomaz, supostamente ligado aos senadores Renan Calheiros (PMDB/AL) e Romero Jucá (PMDB/RR). A revelação foi feita em delação premiada pelo diretor do Grupo Francisco de Assis e Silva.”

Em outras palavras, são consideráveis as chances de o próprio Calheiros ter sido avisado que Joesley Batista tentava flagrá-lo em novo grampo. No de 2016, o senador dizia suspeitar que Rodrigo Janot tinha por objetivo grampear delatores para atingir as principais autoridades em Brasília.

A informação é do site Política.Info.

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